segunda-feira, 14 de junho de 2010

MEMÓRIA, ENVELHECIMENTO E GINÁSTICA CEREBRAL


É comum encontramos pessoas que se aposentaram por volta dos 50 anos. Julgam-se cansadas e querem descansar. Querem estar livres de horários, compromissos etc. Então assistimos ao desaquecimento progressivo da atividade cerebral. Já não são obrigadas a cumprir horários, não necessitam arrumar-se, aos poucos vão perdendo o convívio social com seus colegas de trabalho, depois com seus amigos pessoais, não cansam a mente trabalhando, ela (a mente) está agora relaxada, bem relaxada. Já não precisam pensar! O quadro que podemos ver é uma pessoa sem motivação, sem planos ou projetos, sem desafios, deitadas no sofá assistindo passivamente à TV. Seu cérebro acabou de aposentar-se também. Vêm a melancolia, a tristeza, desmotivação. O cérebro não se exercita mais... vai desligando-se, esquecendo... A pessoa triste conclui “estou velha”! “Estou perdendo a memória”. “Estou sozinha”. Não serve mais pra nada, seu tempo já passou.



Os idosos ficam em frente à TV muito tempo, isso não é ruim, mas não pode ser durante o tempo todo. Às vezes, são superprotegidos. São colocados em estado de completa inanição. Acelera-se o processo de envelhecimento. Os neurônios (as células do cérebro) morrem por ficar muito tempo em silêncio.

As pessoas com menos atividade não apresentam qualquer lesão cerebral, apenas uma espécie de desaceleração. Essa desaceleração leva a uma diminuição da função cerebral e não o inverso: não é porque as células do cérebro, os neurônios adormeceram que surgem perdas de memória. É exatamente o contrário: é porque o cérebro está sem atividade que as células adormeceram...

Outros fatores de perdas de memória:

- A FALTA DE ATENÇÃO. Se você não prestou atenção não vai guardar uma informação.

- A DEPRESSÃO enfraquece e diminui a capacidade do cérebro.

- O STRESS crônico, a ansiedade, o medo deixam o cérebro em estado de alerta e ele não pode funcionar plenamente.

- O PESSIMISMO generalizado – a pessoa que acha que está tudo ruim, nada presta, nada vai dar certo, absolutamente nada, acaba enfraquecida.

- O uso exagerado do ÁLCOOL danifica as células nervosas.

- Certos REMÉDIOS INTOXICAM a pessoa e seu organismo deixa de funcionar no seu potencial.

- A DESMOTIVAÇÃO também embota o cérebro.



O segredo é manter-se ativo. Motivado! O conceito de velhice está mudando... Os idosos têm muito a viver e a contribuir.

Hoje em dia se vive muito mais. O que você vai fazer? A quê vai se dedicar? Procure ser útil! Como vai preencher sua vida de forma agradável e saudável? Busque o prazer na vida. Você tem direito a ele.

O Cérebro precisa trabalhar para manter-se bem. Verdi compunha óperas aos oitenta e um anos. Ticiano tinha mais de oitenta anos quando começou a esculpir a Pietá. Roberto Marinho, Barbosa Lima Sobrinho trabalharam até com mais de 90 e 100 anos. Oscar Niemayer continua fazendo projetos em arquitetura. E tantos outros.

O cérebro possui cerca de 100 bilhões de neurônios. Estudos verificaram que utilizamos apenas 1/5 de nosso estoque. Ao envelhecermos perdemos cerca de 10% de nossa capacidade cerebral. Isto significa muito pouco comparado ao que possuímos e não chega a afetar nosso pensamento.

Na reabilitação fonoaudiológica de pacientes com danos cerebrais é preciso ativar o funcionamento cerebral de áreas cujos neurônios estão adormecidos, inativos ou danificados. A reeducação permite a recuperação da função perdida. É preciso ensinar o neurônio substituto a sua nova tarefa. Após o treinamento, estudos de mapeamento mostraram que o número de neurônios em atividade aumentou. O cérebro, da mesma forma que um músculo do corpo, desenvolve-se pelo uso. Quanto mais você usa, mais ele se manterá em forma.

O cérebro possui áreas especializadas nas diversas funções, como ler, falar, resolver problemas, ouvir música etc. É preciso ativar o cérebro nas diferentes áreas, com diferentes e diversificadas atividades. O cérebro adora novidades. Você pode sozinho ativar seu cérebro quando realiza variadas atividades. Você estimula seu cérebro quando sai da rotina.

Existem vários tipos de memória: a memória auditiva, a memória visual, a memória cinestésica que é a da ação, como andar de bicicleta, abotoar-se ou dar laços no sapato. A primeira condição para uma boa memória é prestar atenção ao fato ou ao momento. Muitas vezes dizemos que não guardamos aquele fato ou momento, mas na verdade nem prestamos atenção a ele. Não chegamos a armazenar o fato, por isso não vamos lembrar o que não chegou a ser armazenado na memória. Uma boa dica é procurar associar duas ou mais memórias na atividade que você realiza. Por exemplo, se você deseja guardar o nome de uma pessoa, deve ver a pessoa, prestar atenção ao seu rosto, observar alguma característica de ele ouvir atentamente seu nome, repeti-lo mentalmente duas ou três vezes, associá-lo ao nome de alguém que você conhece. Nesta atividade, você acabou de ativar 6 diferentes áreas no seu cérebro. Potencializou sua memória. Você terá agora 6 pistas para lembrar o nome daquela pessoa. Outro exemplo: você vai fazer compras no supermercado, faça uma lista, imagine-se pegando cada produto que vai comprar, imagine-se utilizando cada produto (faça um filme na sua cabeça), repita mentalmente o nome do que vai comprar. Veja mentalmente onde ele está armazenado no supermercado. Depois vá ao supermercado e faça suas compras e só no final, verifique sua lista escrita, se não esqueceu alguma coisa. Será muito divertido e você estará estimulando seu cérebro em várias áreas. Estará fazendo uma ginástica cerebral.

Cito aqui alguns exercícios, muitos deles realizo em consultório com meus pacientes, mas você pode experimentá-los sozinho.

Chamo a atividade de exercitar o cérebro em diferentes áreas de ginástica cerebral. O exercício aumenta a oxigenação e circulação do cérebro, além de potencializar a memória.
O cérebro adora novidades. Ativamos o cérebro sempre que fazemos algo novo ou quando aprendemos alguma coisa nova.

Você pode sozinho ativar as diferentes áreas cerebrais:

- Saia de casa, tenha atividades sociais (muito importante para a saúde mental);

- Seja flexível, veja um problema por diferentes prismas, como se fossem diferentes pessoas;

- Procure seus amigos;

- Mantenha-se sempre ativo;

- Experimente escovar os dentes com a outra mão (abra o tubo e coloque pasta na escova com a outra mão; esse pequeno gesto ativa outras áreas do cérebro);

- Vista-se com uma mão só. Um dia com a direita, outro com a mão esquerda;

- Arrume-se; use uma roupa de uma cor diferente das usuais;

- Experimente escrever com a mão “errada”;

- Saia da rotina;

- Varie a ordem de sua rotina;

- Escolha um caminho diferente;

- Leia um livro;

- Leia em voz alta (ativa outras áreas);

- Ouça música;

- Troque de estação do rádio para uma diferente;

- Vá ao teatro e ao cinema;

- Assista a um documentário;

- Faça palavras cruzadas;

- Durma do outro lado na cama, durma virado para os pés da cama, de vez em quando, só para variar;

- Tenha mais contato com a natureza. Observe a natureza;

- Experimente sabores diferentes dos usuais;

- Dedique 1 dia a um sentido diferente (a todos os cheiros, formas geométricas, cores, sons, etc...);

- Preste atenção a todos os sons e cheiros na rua, junto ao pipoqueiro, à padaria, supermercado, peixaria, hortifrute;

- Compre argila, modele um peixe, uma flor, etc;

- Pinte uma tela. Faça de conta que é um artista;

- Faça de contas que é um cantor. Cante sua música;

- Preste atenção a sua refeição, sabor, cheiro, textura do alimento, talher, louça, conversas, risos;

- Inicie um hobby novo;

- Cuide de uma planta, um aquário;

- Pratique o relaxamento;

- Experimente um banho com óleos aromáticos, perfumes diferentes, etc;

- Pratique a meditação;

- Exercite seu corpo;

- Escreva uma história, um conto, uma poesia;

- Faça exercícios respiratórios;

- Faça exercícios físicos moderados;

- Decore um verso, uma música, lista de compras;

- Faça aulas de dança ou pratique a dança;

- Faça aula de culinária;

- Associe uma música a uma cor, a um cheiro;

segunda-feira, 7 de junho de 2010

"Fale de seus sentimentos" Se não quiser adoecer





Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças
como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a
repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar,
confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.
O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..

Se não quiser adoecer - "Tome decisão"

A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é
feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder
vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de
doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer - "Busque soluções"

Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.
Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o
fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de
mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia
negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"

Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que
está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando
toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com
muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer - "Aceite-se"

A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos
algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os
que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos,
destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é
sabedoria, bom senso e terapia.

Se não quiser adoecer - "Confie"

Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria
liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não
há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em
Deus.

Se não quiser adoecer - "Não viva SEMPRE triste!"

O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida
longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.

"O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia.

Dr. Dráuzio Varela

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Para combater o Alzheimer


Mexer o corpo, escutar música, fazer ginástica, namorar, conversar são atividades fundamentais para a saúde.


Maria da Guia Neres da Silva, 58 anos, conheceu Pedro Maia, 80, em uma tarde de 1983, embaixo de um bloco da 208 Sul. O então porteiro apaixonou-se por Maria e decidiu conquistá-la: foi até a Cidade Ocidental, onde a jovem morava e anunciou o seu amor pelo rádio. A declaração deu casamento e hoje, mais de 26 anos depois, a apaixonada Maria passa os dias cuidando de Pedro.

O aposentado recebeu o diagnóstico de Alzheimer há três anos, depois de entrar em profunda depressão ao saber da morte de um dos filhos. “Enquanto eu estiver viva, vou fazer tudo o que puder para vê-lo bem”, garante a dona de casa.

O companheirismo de Maria fez com que Pedro recuperasse parte da sociabilidade perdida por conta da doença. Durante um ano, a aposentada o acompanhou semanalmente em um projeto de estímulo à expressão corporal de pacientes com Alzheimer. A iniciativa, uma parceria de pesquisadores da Universidade Católica de Brasília (UCB) com a Policlínica de Taguatinga, adaptou movimentos da biodança para fazer com que os idosos reativassem a memória e o contato social.

— Antes, as pessoas vinham falar com ele e ele se escondia. Até para fazê-lo comer era um sacrifício. Quando começamos a ir aos encontros, ele melhorou muito. Era ele quem me chamava para ir à Policlínica todas as sextas-feiras — lembra a mulher de Pedro.

Cerca de 20 idosos participaram do projeto, entre julho de 2008 e julho do ano passado. A turma fazia exercícios para estimular três das cinco linhas abordadas pela biodança: a identidade, a afetividade e a criatividade.

— A pessoa que tem demência sofre perda gradual da memória. Muitos não sabem sequer como se chamam — afirma a professora Lucy Gomes, do mestrado em gerontologia da UCB. Em uma das atividades, os pacientes andavam por uma roda, olhando os colegas e dizendo o próprio nome. Se a pessoa não conseguisse falar, a turma ajudava e pronunciava em voz alta o nome do colega. Tudo conduzido ao som de música clássica.

Para estimular a afetividade, os idosos faziam movimentos em que a regra era dar e receber carinho, principalmente na cabeça, no tronco, nas mãos e nos pés.

— A afetividade é uma das coisas que se mantém até mesmo em estágios graves do Alzheimer. O estímulo afetivo remete a pessoa a momentos importantes, apagados pela doença — explica a professora Lucy. Por conta disso, a maioria das músicas utilizadas nos encontros é romântica, de cantores como Roberto Carlos e Elvis Presley. O momento “dor de cotovelo” pode até ser ruim para muitas pessoas, mas foi excelente para os idosos: mais de 75% deles tiveram melhora das funções cognitivas.

Uma das explicações para o bom resultado é que as ondas sonoras provocam as ondas cerebrais, fazendo com que os doentes recuperem sensações e sentimentos esquecidos.

— Há pesquisas que comprovam os benefícios da música nesses casos, mas a academia científica demora para reconhecer esse tipo de técnica. É um cuidado necessário, mas que mostra a resistência em aceitar tratamentos que fujam da abordagem farmacológica — diz a psicóloga Carmen de Cárdenas.

terça-feira, 1 de junho de 2010

O Poder da Música Sobre o Cérebro



O lobo frontal do cérebro é a parte da frente dos hemisférios cerebrais (direito e esquerdo). A camada cinzenta mais externa do cérebro é formada pelo corpo celular dos neurônios, ou seja, a parte dos neurônios que fazem sinapses com vários outros neurônios. Essa camada é chamada de córtex cerebral. Nos lobos frontais, essa camada é denominada córtex pré-frontal. Devido às inúmeras sinapses (ligações entre neurônios) que ocorrem no córtex, é possível realizar as muitas funções do cérebro.

O córtex pré-frontal é responsável pelo raciocínio, pensamento, razão, consciência, vontade, capacidade de decisão, etc. Para realizar essas funções ele recebe impulsos nervosos de outras partes do sistema nervoso central.

O tálamo é formado por várias divisões e está localizado abaixo do córtex, na região central do cérebro. Ele funciona recebendo as informações dos sentidos (visão, audição, gustação e tato) e enviando ou distribuindo as informações para outras regiões do cérebro, incluindo o córtex cerebral.

O hipotálamo está situado abaixo do tálamo e é formado por vários núcleos nervosos; cada um influencia uma determinada parte do sistema nervoso. Apesar de pequeno, o hipotálamo tem funções importantes no comando das ações autonômicas como: fome, sede, regulação da temperatura corporal, sono, vigília, secreção gastrintestinal, pressão sangüínea, batimentos cardíacos, apetite sexual, ato sexual, etc.

Para comandar ou influenciar tantas funções o hipotálamo envia suas mensagens através dos nervos e, também, através de hormônios pelo sangue. Ele envia hormônios para a glândula hipófise, a qual controla outras glândulas, inclusive as glândulas sexuais, através de hormônios, também.

Portanto, estímulos nervosos enviados pelo ouvido, provocados pelo som, chegam até o tálamo e ele envia, também, estímulos nervosos para o centro das emoções, para o córtex pré-frontal e para o hipotálamo.

Como a música Rock possui ritmos característicos os quais são transformados em estímulos nervosos numa freqüência determinada, chegando ao tálamo este também envia estímulos numa freqüência tal para o hipotálamo, córtex pré-frontal ou outro centro nervoso no cérebro. O hipotálamo entende essa freqüência como uma ordem para influenciar as glândulas periféricas, através dos hormônios da hipófise, a fim de liberar seus hormônios, os quais irão aumentar ou diminuir as funções dos órgãos específicos. De acordo com o ritmo da música, serão enviados estímulos elétricos em freqüências diferentes. Cada freqüência alcança locais diferentes no cérebro e pode influenciar funções diferentes ou diferentes comportamentos.

A música rock, portanto, têm poder de influenciar comportamentos como ira, violência, sexo e estimular a dependência do prazer. Assim, aumenta o desejo por drogas ou comportamentos que estimulem o prazer e, portanto, o vício.

Um dos centros nervosos que recebem impulsos do hipotálamo, do ouvido, da medula espinhal e outros centros, é um núcleo denominado Locus Cerúleos. Esse núcleo comunica-se, através de seus neurônios, com algumas partes do cérebro, e entre elas está o córtex pré-frontal. Quando ocorre estimulação intensa do Locus Cerúleos, ele faz com que noradrenalina (neurotransmissor) seja liberada dos terminais dos neurônios que chegam ao córtex pré-frontal. A atuação de níveis altos de noradrenalina no córtex pré-frontal atua como uma forma de "anestesia" das funções dessa região. Por isso, as funções de tomar decisões corretas ficam prejudicadas, pois o córtex pré-frontal não consegue buscar informações armazenadas na memória em outras regiões. Assim, a razão, o domínio próprio, a consciência ficam afetados. Como a razão fica ‘anestesiada’, as emoções dominam as ações. Como os hormônios foram liberados em maior quantidade pela estimulação do hipotálamo, o desejo sexual (e qualquer outra função) fica fora do controle da razão.

É bom salientar que quando o tálamo recebe impulsos nervosos numa freqüência mínima, chamada limiar da percepção consciente, então ele envia esses estímulos para o córtex cerebral e isso se torna consciente ou perceptível. Quando a freqüência de estímulos nervosos que chegam ao tálamo está abaixo da freqüência limiar consciente, então esses estímulos são enviados para outros centros nervosos e não vão para o córtex, ou seja, não se tornam conscientes. Embora não conscientes, eles podem alcançar o centro das emoções, assim como o hipotálamo e suas influências glandulares sem ser analisados pela razão. Aí entram as mensagens subliminares.

O Dr. Hélio Pothin é doutor em Fisiologia e professor na UFSM

Publicado em: http://criacionista.blogspot.com/2008/09/o-poder-da-msica-sobre-o-crebro.html