quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Viagem ao outro lado da vida



Durante cerca de uma hora em 1991, a cantora e compositora americana Pam Reynolds esteve morta em uma mesa cirúrgica. Não tome a frase anterior como força de expressão. Seu corpo tinha temperatura abaixo dos 10 °C, seus pulmões não funcionavam, o coração não batia mais. Os equipamentos não registravam atividade cerebral e a circulação de sangue foi reduzida a zero. 

Todos esses indicadores trágicos eram, na verdade, propositais e monitorados de perto pela equipe médica. Faziam parte de um esforço desesperado para operar um grande aneurisma (dilatação anormal de uma veia) na base do cérebro, impossível de acessar em circunstâncias normais. 

Ironicamente, para salvar a vida de Pam, era preciso matá-la, drenando todo o sangue de seu cérebro, para depois trazê-la de volta à vida, torcendo que não restassem sequelas do processo. Na verdade, o procedimento nem teria ocorrido se ela estivesse viva, já que seu aneurisma provavelmente explodiria, e Pam morreria. Assim foi feito: durante a cirurgia, ela esteve tão morta quanto a medicina consegue determinar. E a operação foi um sucesso.

Mas, ao despertar, Pam contou que contemplou o próprio corpo, os médicos e a sala de cirurgia durante o procedimento. Sentia os sentidos mais aguçados, vendo tudo com clareza e escutando as conversas de médicos e enfermeiras - mesmo que, na mesa cirúrgica, seus olhos estivessem cobertos com fita adesiva e os ouvidos tampados com protetores auriculares. 

Pam diz ter sido conduzida por uma força invisível até um grande ponto de luz, onde foi recebida afetuosamente por familiares já mortos, entre eles seu tio. Se você pensa que a cantora apavorou-se com a ideia de estar morta, se engana: a experiência foi tão agradável que Pam não queria mais ir embora. 

Para que ela voltasse a viver e nós pudéssemos contar essa história foi preciso que seu tio apelasse, "empurrando" o espírito dela de volta ao corpo. A sensação, segundo Pam, foi a de mergulhar em água gelada. Foi uma experiências de quase morte (EQMs, no jargão científico), como tantas outras, mas a história de Pam teve algo a mais: é uma raríssima situação em que tudo estava sendo monitorado desde o início. 

A morte clínica de Pam é aceita por todos os integrantes do corpo médico e está amplamente comprovada pelos dados coletados na cirurgia. Os relatos do que ela diz ter ouvido são compatíveis com o que foi dito durante a operação, e instrumentos utilizados para abrir o crânio de Pam alguns haviam sido recém-criados (e portanto ela não teria como ter visto antes) foram descritos com exatidão.

Não é possível, claro, comprovar a visita de Pam Reynolds ao reino dos mortos e o seu encontro com o tio falecido. Mas, se a consciência da cantora esteve mesmo ativa enquanto seu corpo estava morto, fica uma possibilidade intrigante: a de que existe vida após a morte.

Fonte: Super interessante

terça-feira, 9 de agosto de 2016

A Lei da Atração para as Crianças


Imagine ter todos em casa ou na sala de aula praticando a Lei da Atração. Esta parte é dedicada a lhe fornecer informações, ferramentas e jogos divertidos que vão ajudá-lo a ensinar a mensagem da Lei da Atração às crianças de um jeito fácil.


No ensino de adultos, é comum usarmos palavras como “manifestação”, “vibrações”, “sincronicidade”, “coincidência”. Quando se ensina a Lei da Atração às crianças, é importante falar com elas no seu nível, utilizando palavras que elas compreendam.

Três sugestões para ensinar a Lei da Atração às crianças

Sugestão 1: Mantenha uma linguagem simples!


Em vez de usar a palavra vibração, use por exemplo, bom humor ou mau humor.

Recentemente, quando me pediram para falar para uma turma de crianças de dez anos, decidi começar minha apresentação usando uma palavra que elas compreendessem. Minha pergunta foi: “Vocês podem me dar exemplos de situações em que vocês ou outra pessoa que conheçam fiquem de mau humor?” Logo os alunos levantaram a mão. Eis alguns dos exemplos que me deram:


Quando minha mãe não toma o seu café, fica com mau humor.


Quando meus pais brigam, ficam de mau humor.

Quando o recreio termina, fico de mau humo.


Quando o valentão do colégio me enche a paciência durante o dia, fico de mau humor.

É claro que essas crianças sabiam exatamente o que era mau humor e concordavam que, estar perto de gente com mau humor ou ficarem de mau humor, não era uma sensação nada agradável.

Sugestão 2: Faça as crianças assimilarem ou adotarem um novo conceito pedindo-lhes que respondam a perguntas relacionadas à sua própria experiência.
Em seguida, usei um desenho de um interruptor de luz no quadro-negro, mostrando as posições “ligado” e “desligado”. “Ligado” significava que você tinha uma vibração positiva e “Desligado”, que você tinha desligado a sua vibração positiva, substituindo-a por uma negativa. Depois que todos os alunos concordaram que é melhor ter uma vibração positiva do que uma negativa, perguntei se queriam aprender a trocar sua vibração negativa por uma positiva. Todos disseram que sim, entusiasmados.


Pedi então que escrevessem no caderno a palavra NÃO, em letras maiúsculas, e expliquei que, quando usamos essa palavra temos um sentimento negativo. Pedi que me dessem exemplos do uso dessa palavra em suas vidas. E eles tinham uma lista considerável para me fornecer. Eis aqui alguns exemplos:


Não quero fazer o dever quando chegar em casa.

Não vou à festa sozinho.

Não quero ir ao dentista hoje.

Não vou jogar na zaga.

Não quero que ela me ache bobo.

Não quero que ele me ache feia.

Não vou ficar em casa no fim de semana.

Depois de fazer uma lista com todos os exemplos no quadro, sugeri que lêssemos todas aquelas frases em voz alta. Todos concordaram que só de dizer aquilo em voz alta, já estavam de mau humor. Em outras palavras, provei a questão e todos concordaram. Ao fazer isso, trouxe à tona o problema e, a seguir, lhes apresentei uma solução.


Sugestão 3: Crianças adoram um segredo

Mais uma vez escolhendo as palavras com cuidado, disse àqueles alunos que ia lhes ensinar um jeito “secreto” de passar o botão do interruptor da posição “Desligado” (vibração negativa) para a posição “Ligado” (vibração positiva). Escolhi intencionalmente a palavra “secreto” porque sabia que eles iam encarar aquilo como alguma coisa especial e iam querer se lembrar dela. Eles adoraram quando eu lhes disse que esse “segredo” era uma coisa que poucos adultos conheciam, e que, com ele, poderiam transformar qualquer vibração negativa em positiva.


Eles aprenderam, então, que o segredo para trocar de vibração era fazer a si próprios uma pergunta bem simples.


Cada vez que se ouvissem dizendo NÃO, teriam que perguntar: “Então, o que quero?”

Retomando a lista das frases que estavam no quadro, chegamos a uma outra lista, a do “Então, o que eu realmente quero?” E todos ficaram ansiosos para dizer como tinham respondido à pergunta “secreta”.


Na primeira linha será apresentada a forma negativa, que ´não deve ser utilizada e na segunda linha a forma positiva e correta de vibrar a energias das palavras:


Não quero fazer o dever quando chegar em casa.


Quero ver um pouco de TV antes de fazer o dever de casa.




Não vou à festa sozinho.


Vou à festa com meus amigos.

Não quero ir ao dentista hoje.


Vou ao dentista amanhã.


Não vou jogar na zaga.


Vou ser o atacante do time.


Não quero que ela me ache bobo.


Quero que ela me ache legal.


Não quero que ele me ache feia.


Quero que ele me ache bonita.


Não vou ficar em casa no fim de semana.


Vou viajar com meus amigos no fim de semana.

Quando repassamos esta lista, todos os alunos concordaram que dizer o que eles efetivamente queriam era muito melhor do que dizer o que não queriam.

Graças à aplicação das sugestões 1, 2 e 3, esses alunos compreenderam perfeitamente a noção de transformação de suas vibrações negativas em positivas. Com facilidade e bem depressa!

Eu sabia que eles voltariam para casa entusiasmados, loucos para contar aos pais e aos amigos o que tinham aprendido. Então, lembrei a eles mais uma vez que aquilo era um segredo e, para que esse segredo continuasse sendo bem especial, eles tinham que contá-lo aos outros com bastante cuidado. Ou seja, da próxima vez que seus pais, irmãos ou amigos usassem a palavra NÃO, eles poderiam fazer a pergunta secreta “Então, o que você realmente quer?”, mas de uma forma delicada.


Ferramentas para ensinar a Lei da Atração às crianças

Ferramenta 1: Jogo do quadro magnético

Um jogo bem fácil que pode ser jogado em família ou num
pequeno grupo de crianças é o “Jogo do quadro magnético do Não”. Prepare um quadro imantado (ou coisa semelhante) escrevendo o nome de cada membro da família ou do grupo na parte superior. Utilizando ímãs divertidos, esse jogo tem por objetivo ganhar e manter a maior quantidade de ímãs debaixo do seu nome no final de cada semana. Comece


dando cinco ímãs para cada pessoa. Cada vez que um dos participantes ouvir alguém usando a palavra não, a pessoa que usou a palavra perde um de seus ímãs para aquela que percebeu. Escolha um prêmio para o vencedor da semana e faça o jogo continuar sendo divertido. Instale o quadro magnético numa localização bem central.


No caso de uma família, o lugar ideal seria perto da mesa de jantar ou na porta da geladeira, onde todos podem vê-lo com freqüência. É uma brincadeira divertida e, portanto, pais e professores podem jogar também!


Ferramenta 2: Pôster do interruptor ligado-desligado

Esse pôster vai ser um excelente auxílio visual para as crianças menores. Use-o para ajudá-los a entender a diferença entre sentir emoções ou vibrações positivas e negativas. Incluí a ilustração seguinte que poderá ser usada como guia.


Primeiro, junto com a criança, faça uma lista de palavras que representam emoções negativas e positivas. Peça à criança para ajudar você a pôr as palavras que descrevem emoções positivas do lado do “Ligado”, e faça o mesmo com as palavras que descrevem emoções negativas, pondo-as do lado do “Desligado”.

Sempre que você, pai, mãe ou professor, notar que uma criança está expressando uma emoção,use o pôster e peça a ela que encontre essa emoção do lado do “Ligado” ou do “Desligado”. Esse pôster vai ajudar a criança a reforçar o seu entendimento do que são vibrações negativas e positivas. Instale o pôster num lugar de destaque, onde se possa ter acesso a ele com facilidade.


Ferramenta 3: Lembrete da pergunta secreta
O objetivo dessa ferramenta é ajudar as crianças a se lembrar da pergunta secreta sempre que usarem a palavra não. Utilizando uma fita adesiva larga, ou um broche,


peça que seu filho ou seu aluno faça, com eles, uma etiqueta “Segredo”. Agora a criança pode usá-la como ferramenta para se lembrar de perguntar a si mesma:


“Então, o que eu realmente quero?”

Ferramenta 4: Encontro de família ou de grupo

Para as crianças mais velhas e os adolescentes, um encontro semanal pode ser uma boa maneira de aprender e compartilhar
experiências sobre a Lei da Atração. Incluí uma lista de perguntas que podem ser incorporadas ao seu encontro.


Você tem notado que reduziu o número de vezes em que usa a palavra não?

Quando você se pegou dizendo não?


A quem você ensinou a Lei da Atração esta semana?


Que evidência você percebeu de que está atraindo mais aquilo que quer e menos o que não quer?


O que mais gostaria de atrair esta semana?


Para continuar praticando a Lei da Atração entre um encontro e outro, é importante que todos tenham a permissão dos demais para ajudá-los perguntando “Então, o que você realmente quer?” Peça e dê permissão. “Vocês deixam que eu avise sempre que notar que estão dizendo não? Eu deixo vocês me avisarem sempre que notarem que estou dizendo essa palavra. ”

Fonte: O Segredo

segunda-feira, 18 de julho de 2016

A Influência das Cores, dos Sons e das Sensações no Cliente




A PNL trata da estrutura da experiência humana subjetiva, de como organizamos o que vemos, ouvimos e sentimos e filtramos o mundo exterior através dos nossos sentidos. Também examina a forma como descrevemos isso através da linguagem e como agimos, intencionalmente ou não, para produzir resultados.


Todas as pessoas percebem e interpretam o mundo através dos seus canais perceptivos, denominados sistemas representacionais, são eles: Visual, Auditivo e Cinestésico. Cada pessoa tem um sistema preferencial para perceber e interpretar o mundo e comunicar às outras pessoas os seus desejos e vontades através das relações interpessoais.

Para os cinestésicos, o tato e às sensações estão mais presentes. Eles são muito atentos a detalhes como conforto e maciez. Já para os auditivos, os sons são os sinais mais importantes, enquanto os visuais têm nos estímulos captados pela visão o principal canal de descoberta do mundo à sua volta.

Antenado a essas novas descobertas das últimas décadas, as empresas de publicidade tem elaborado campanhas de marketing com mensagens direcionadas a atingir com eficácia, 100% dos clientes em potencial. Como as decisões dos consumidores são mais emocionais, a estratégia é influenciar os sentidos, de preferência todos eles ao mesmo tempo. Trabalhando todos os canais de comunicação em uma só mensagem, é possível despertar o mesmo interesse em todas as pessoas com o mesmo grau de eficácia e direcionar uma mensagem especifica fazendo com que cada um veja, sinta e ouça a propaganda.

Cores, sons, aromas e energias provocam uma troca de sensações muitas vezes imperceptível, mas de grande influência sobre as decisões de compra.

Para se ter uma ideia de como as empresas tem utilizado essas ferramentas hoje em dia, perceba os detalhes da propaganda divulgada pela Varig no dia 23 de outubro de 2007. A Varig lançou uma propaganda com o novo slogan “Vá de Varig”. O tema do comercial era: “Varig é mais que voar”. Com imagens muito bonitas de um avião sendo construído, que terminam com ele voando ao som de uma música muito agradável de fundo…

O texto do comercial diz:

“Olhe para o Céu… tem uma nova força no ar…. Uma nova empresa com excelência em gestão e produto…é a Varig. E você vai perceber isso nos cinco sentidos… (VISÃO) Uma nova marca em aviões, uniformes, e no espírito de cada um. (TATO) Uma equipe toda para cuidar de você. (OLFATO) Aquele cheirinho de novo no ar . (AUDIÇÃO) O Brasil e o mundo comentando como é bom ter a Varig. (PALADAR) Sentir aquele gostinho bom de voar. Melhor, mais que simplesmente uma viajem. Em todos os sentidos, Varig é mais que voar.”

Como vocês viram, o marketing subliminar está na moda e a experiência sensorial inclui também sons. Desta maneira, os sentidos são estimulados para que o consumo seja feito através das emoções e não da razão.

Uma pesquisa realizada pelo HEC – Montréal e Rutgers University constatou que ao som de uma música agradável, os compradores que tendem a comprar por impulso, compram ainda mais e os que não têm tendência a comprar por impulso gastam mais quando sentem um cheirinho bom na loja. A música atua subconscientemente sobre nós e sobre a nossa forma de estar.

A música é fonte de sentimentos, capaz de desencadear comportamentos e atitudes, ajudando o ouvinte nos mais variados estados emocionais.

Um pesquisador americano descobriu que os consumidores expostos ao aroma de laranja ou limão enquanto andam na loja tem 38% mais chances de pegar um produto àqueles que não sentiram o cheiro.

Uma pesquisa realizada pelo instituto de pesquisa Millward Brown constatou que 75% de nossas percepções e conexões emocionais, vêm do olfato e uma forte identidade sensorial garante a uma marca um diferencial competitivo enorme.

Produtos com design criativo, elegante, aromatizados, evocam sentimentos e emoções, imperceptíveis racionalmente e ativam de forma subliminar nosso desejo de consumo.

Outra forte influencia no ambiente são as cores. As cores desencadeiam uma forte influência psicológica. Lojas com tons muito brandos são menos comerciais que outras com tons mais fortes. O cliente pára em frente a vitrines de estabelecimentos coloridos.

O vermelho que é forte e tem uma mistura de paixão e fixação atrai o público. É uma cor que exerce uma influência na hora da compra. O azul é uma cor de paz e de organização. O laranja uma cor da alegria, o azul uma cor com poder imenso de cura, traz calma, auxilia o intelecto e a meditação. Já o branco, por exemplo, representa pureza em sua forma extrema e é considerada a cor da paz absoluta.

Ao mesmo tempo em que cada cor tem suas características de estimular sensações especificas, vale ressaltar que, em diversos momentos, as preferências sobre as cores se baseiam em associações ou experiências agradáveis tidas no passado. O que a PNL chama de Ancoragem.

Em geral, a cor é o elemento de maior força para evocar a emotividade humana e fazer uma forte ancoragem da marca de seu produto anunciado, fazendo com quem, inconscientemente, o cliente escolha seu produto entre varias opções disponíveis a ele.

Portanto, quando for anunciar um produto, efetivar uma venda, fazer uma apresentação individual ou em publico, enfim, quando for se comunicar, lembra-se que para alcançar a maior eficácia na comunicação é preciso falar com as pessoas em todos os canais, fazendo o cliente ver, ouvir e sentir, de forma mais profunda todas as características do seu produto.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Catalepsia Projetiva


Você tenta se mexer, mas percebe que não consegue mover nenhuma parte do corpo. É como se você estivesse envolvido por um campo invisível que impede qualquer tipo de movimento. Mesmo que alguém esteja bem ao seu lado, na mesma cama, ele (a) não percebe nada do que está acontecendo. Neste momento, o pânico toma conta de você, um medo tão terrível que é capaz de provocar vômito ou convulsão. Desesperado (a), você tenta gritar para chamar alguém, mas a voz não sai. Você luta tenazmente para sair desta situação, mas parece que uma força invisível tomou-lhe os movimentos. Parece que uma paralisia tomou conta do seu corpo e, dominado (a) por ela, você tenta acordar, mas não pode porque já está acordado (a), só não consegue se mover. Devido ao pânico, seus batimentos cardíacos aceleram-se, a adrenalina se espalha pela circulação e estimula o corpo, então, você recupera os movimentos abruptamente, na maioria das vezes com um solavanco físico (espasmo muscular).

Situação no mínimo perturbadora, não é? Isso já aconteceu com você?

Este fenômeno que parece durar uma eternidade, porém, dura até 90 segundos, mete medo em muita gente, mas é muito mais comum do que se pensa. 

Em poucos momentos, a pessoa racionaliza o fato e dá a única resposta possível: “Foi um pesadelo!”

Algumas pessoas mais impressionáveis fantasiam algo e jogam a culpa da paralisia em demônios ou seres espirituais.

Na verdade, o que acontece é que, quando estamos quase dormindo ou acordando, nossa consciência está em dois planos diferentes, isto é, nosso corpo astral ainda não se encaixou completamente ao corpo físico e podemos ter percepções, tanto do mundo físico como do plano astral. Por não entender este processo, as pessoas acabam transformando esta experiência em algo perturbador, criando várias “alucinações” auditivas, visuais e táteis, entre outras.

Na Projeciologia, este processo é chamado de estado alterado de consciência, também conhecida na Medicina como Paralisia do Sono.

Exemplo:

“Sentia meu corpo totalmente imobilizado e, ao mesmo tempo, conseguia visualizar o que estava em volta: Minhas cobertas, o armário, as cortinas… Mas eu continuava ali, preso no meu corpo! De repente, as cobertas começaram a se mexer e se levantar sozinhas! Era uma coisa assombrosa ver aquilo. Cada vez mais alto, as cobertas começaram a se erguer, como se um fantasma estivesse ali me aterrorizando. Minha desesperada conclusão foi: Paralisia do Sono. Fui inundado com uma sensação incrível de poder e larguei uma gargalhada histérica (mentalmente, pois ainda estava paralisado) que fez as cobertas despencarem, para mergulhar nos sonhos novamente.”

Ao fim de algum tempo (que pode variar de alguns segundos até cerca de três minutos), a paralisia cessa e o corpo recupera a capacidade de se mover.

O que acontece na Catalepsia Projetiva é que a pessoa acorda no meio de um processo vibratório decorrente da mudança do padrão de vibrações do corpo astral em relação ao corpo físico. Ela acorda num estado de transição dos corpos. Simplesmente desperta para uma situação que acontece todas as noites, quando ela dorme. Geralmente, ocorre com ela adormecida e, naquela situação, ela acordou bem no meio da transição. Se a pessoa ficar quieta e não tentar se mover, sentirá uma sensação de flutuação por sobre o corpo. Ocorrerá um despertar “espiritual” consciente! E então, ela poderá comprovar, na prática, que aquilo é realmente uma saída do corpo. Verificará por si mesma que não se trata de doença ou coisa demoníaca.

PRINCIPAIS SINTOMAS DA CATALEPSIA PROJETIVA

– A pessoa tenta abrir os olhos, mas eles não se movem;

– Tenta mover alguma parte do corpo, mas não consegue;

– Tenta falar, gritar ou pedir ajuda, mas não emite nenhum som;

– Acaba tendo várias percepções estranhas como, por exemplo, sentir que a cama está balançando, ver o quarto totalmente diferente e com os olhos ainda fechados, audição ampliada, etc.

Fonte: vibraraapi